"Minhas páginas..."®

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sábado, 19 de novembro de 2011

Casamento...

Vitor e Renata
19/11/2011

Os queridos sobrinhos hoje estão se unindo, estão constituindo uma nova família...
Que o Pai os iluminem e os guie no caminho da felicidade, da compreensão e do amor!
Parabéns e que sejam muito felizes!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Um dia você aprende…

O meu lado secreto (Willian Shakespeare)

Um dia você aprende…

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começa aprender que beijos não são contratos, tampouco promessas de amor eterno. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol pode queimar se ficarmos expostos a ele durante muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe: algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e, por isto, você precisa estar sempre disposto a pedoá-la.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la; e que você, em um instante, pode fazer coisas das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e que, de fato, os bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos permitiu conhecer. Aprende que não temos que mudar de amigos: se compreendermos que os amigos mudam (assim como você), perceberá que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo, assim mesmo, bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente amamos com palavras brandas, amorosas, pois cada instante que passa carrega a possibilidade de ser a última vez que as veremos; aprende que as circunstâncias e os ambientes possuem influência sobre nós, mas somente nós somos responsáveis por nós mesmos; começa a compreender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que se pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se deseja tornar, e que o tempo é curto. Aprende que não importa até o ponto onde já chegamos, mas para onde estamos, de fato, indo – mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar servirá.

Aprende que: ou você controla seus atos e temperamento, ou acabará escravo de si mesmo, pois eles acabarão por controlá-lo; e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada ou frágil seja uma situação, sempre existem dois lados a serem considerados, ou analisados.

Aprende que heróis são pessoas que foram suficientemente corajosas para fazer o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências de seus atos. Aprende que paciência requer muita persistência e prática. Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, poderá ser uma das poucas que o ajudará a levantar-se. (…) Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá parar para que você possa consertá-lo. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante você mesmo seu jardim e decore sua alma – ao invés de esperar eternamente que alguém lhe traga flores. E você aprende que, realmente, tudo pode suportar; que realmente é forte e que pode ir muito mais longe – mesmo após ter pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, você, o seu próprio e inquestionável valor perante a vida.

Willian Shakespeare

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Sentido de Família



Nós...
Nós só podemos falar que temos uma família, se ensinarmos aos nossos filhos a seguir uma religião, a serem honestos, a amar, e a honrarem as suas raízes...
Nós seremos o amanhã do que somos hoje e do que fomos ontem!
Nós somos o reflexo do plantamos...
Aí sim poderemos andar de cabeça erguida e dizendo que temos uma família!




© copyright 2011 by J. A. F. Canoas

® direitos autorais Registrado no INPI - (Obras Literárias)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Academia Paulista de Letras

Academia Paulista de Letras

SELVA TRÁGICA será relançado em São Paulo



Edições LETRASELVAGEM e ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS convidam para o lançamento da reedição do romance SELVA TRÁGICA, de Hernâni Donato.

LOCAL: Átrio da Academia Paulista de Letras (APL) - Largo do Arouche, 324 – SÃO PAULO / SP / BRASIL.
DATA: 17 / novembro / 2011 (quinta-feira), a partir das 18 horas.

* Abrindo o evento, os críticos Nelly Novaes Coelho e Fábio Lucas falarão sobre a vida e a obra de Hernâni Donato.
Sobre SELVA TRÁGICA:

Lançado em 1960, Selva Trágica impactou a crítica e os leitores, esgotando quatro edições. Em 1963, foi filmado em preto e branco por Roberto Farias, com a estreia de Reginaldo Farias como ator. Ganhou o Prêmio Saci, promovido pelo jornal “O Estado de São Paulo”, e representou o Brasil no Festival de Veneza em 1959. O filme é considerado um “clássico” do Cinema Novo brasileiro.

Selva Trágica trata da situação dos trabalhadores da erva-mate na região da fronteira Brasil-Paraguai, reduzidos à condição análoga à de escravo, assunto até então não abordado na literatura brasileira, verdadeiro massacre de trabalhadores brasileiros no início do século 20.
Para escrever esse impressionante romance-documento, Hernâni Donato empreendeu minuciosa e persistente pesquisa, à maneira de Flaubert ou Zola (sem a obsessão do “naturalismo”, como observou o crítico Wilson Martins em “O Globo”). Consultou documentos e ouviu histórias terríveis de antigos trabalhadores das minas de erva-mate, como a do homem que teve de lutar de garrucha em punho e viu seu filho morrer, porque ousou escrever sobre o que se passava na cultura do mate; ou a história do peão que trazia no corpo sinais de 18 facadas, com cortes que haviam sido costurados com agulha e barbante de costurar saco.
Até 1938, período do primeiro governo de Getúlio Vargas, manteve-se o monopólio da Companhia Mate Laranjeira, argentina, que realizava a extração do mate nos ervais do Mato Grosso. Mas, quando Hernâni Donato embrenhou-se nos ervais, no final da década de 1950, em busca do material com que construiu Selva Trágica, ainda havia – segundo informação colhida em entrevista concedida pelo autor à jornalista Cecília Prada, publicada na Revista Problemas Brasileiros – cerca de 5 mil homens e mulheres trabalhando em condições extremamente precárias, sem descanso, durante 14 horas diárias, das 3 da manhã às 5 da tarde, na colheita e no transporte da erva – entre a “mina” e o acampamento o mate tinha de ser levado, pelo meio da selva, em fardos de 150, 200 quilos, amarrados às costas dos trabalhadores. “Qualquer passo em falso causava a quebra da espinha do carregador. E então... os próprios companheiros, na falta de outro recurso, sorteavam entre si, jogando cartas, quem daria um alívio ao acidentado... um tiro na cabeça!”
Os leitores urbanos, que talvez imaginassem que a erva-mate fosse cultivada em belos jardins, horrorizaram-se com os fatos narrados em Selva Trágica, como, por exemplo, a brutalidade com que era tratado o “uru’”, o homem responsável pelo “barbaquá”, espécie de forno de madeira onde a erva era preparada para o consumo, o qual tinha de trabalhar dia e noite e sem parar, remexendo as folhas sob um calor atroz. Depois de algum tempo desse trabalho infernal, todos os pelos do corpo do uru iam secando, caindo, e o homem ia ficando esturricado e se transformava num feixe de ossos.
A crítica foi unânime em considerar Selva Trágica um alto momento da ficção brasileira; um livro capaz de colocar seu autor entre os maiores escritores do Brasil. “Romance másculo, forte, bárbaro, como bárbara era a selva, como bárbaro era o trabalho nos ervais. É esse de Hernâni Donato” (Temístocles Linhares, no livro História Econômica do Mate, José Olympio Editor, RJ, 1960). “Selva Trágica é uma história como nunca foi escrita em nossa terra” (Arthur Neves, in Revista Anhembi, SP, 1961). “Documento eloquente, de notáveis revelações, de alto poder comunicativo, obra de grande valor estilístico. [...] Em suma: constitui um dos mais altos momentos da novelística de conteúdo social no Brasil” (Fábio Lucas, in O Caráter Social da Literatura Brasileira, Ed. Paz e Terra, RJ, 1970, Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro).
Alguns críticos, como Abdias Lima (“Correio do Ceará”, 2/2/1977, Fortaleza, CE), aproximaram Hernâni Donato de Erskine Caldwell e John Steinbeck, a geração norte-americana da revolta, o Caldwell de Chão Trágico e o Steinbeck de As Vinhas da Ira.


Sobre HERNÂNINI DONATO:
Nasceu em Botucatu, centro ferroviário no interior de São Paulo, a 12 de outubro de 1922, em uma família de imigrantes italianos. Sua origem humilde (é filho de um operário) e interiorana não o impediu de tornar-se um intelectual com sólidos conhecimentos e um publicitário metropolitano bem-sucedido, merecendo ser chamado de “o homem dos sete instrumentos”. Aos 89 anos de idade, membro da Academia Paulista de Letras, é autor de mais de 70 livros, nos mais variados campos da atividade humana, indo da literatura infanto-juvenil à biografia, da historiografia aos costumes, da pesquisa à divulgação científica.
Entre as numerosas traduções que realizou, destaca-se a da Divina Comédia, de Dante Alighieri, em prosa e para divulgação entre o povo.
Mas foi no romance que se deu a perfeita combinação do observador minucioso, na linha do cientista social, com o escritor de estilo claro e elegante. É o autor de Selva Trágica, Chão Bruto, Rio do Tempo, O Caçador de Esmeraldas e Filhos do Destino, sucessos editoriais nas décadas de 1950 e 60.



SAIBA MAIS: http://www.letraselvagem.com.br/lista.asp?tipo=Livro

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Convite da Academia Paulista de Letras



Mais uma vez tivemos a honra de recebermos um convite (acima) da Academia Paulista de Letras:

Academia Paulista de Letras acadsp@terra.com.br
3 de novembro de 2011 17:47
assunto Convite-Posse José Gregori
enviado por terra.com.br

José Gregori (São Paulo, 13 de outubro de 1930) é um jurista e político brasileiro.
Gregori foi Secretário Nacional dos Direitos Humanos de 08 de abril de 1997 a 20 de junho de 2000 e Ministro da Justiça de 14 de abril de 2000 a 14 de novembro de 2001, no governo Fernando Henrique Cardoso.


Parabéns ao grande mestre, amigo e colega de partido.