"Minhas páginas..."®

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Frase do dia...

"Ninguém é tão feio como na identidade, tão bonito como no Orkut, tão feliz quanto no Facebook, tão simpático como no Twitter, tão ausente como no Skype, tão ocupado como no MSN e tão bom quanto no curriculum vitae" .

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Solidão

Hoje as ruas e os prédios ficaram mudos...

Não senti seu perfume no ar...

Hoje não ouvi o gorjear dos pássaros,

Nem os pios dos filhotes por comida...

Não ouvi o barulho das ondas...

Não ouvi os risos das crianças brincando...

Minha janela estava fechada...

Minha vida estava fechada...

Que sensação de solidão!...


© copyright by J. A. F. Canoas

® direitos autorais Registrado no INPI

O tempo não se mede com dias, com horas, com minutos nem com segundos...
O tempo se mede com a intensidade de nosso amor e de nossa saudade...





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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

(Provérbios chineses)

"Há três coisas que jamais voltam: a flecha lançada, a palavra dita e a oportunidade perdida";

"Se o problema tem solução, não esquente a cabeça, porque tem solução. Se o problema não tem solução, não esquente a cabeça, porque não tem solução";

"Você tem uma boca e dois ouvidos. Use-os nesta proporção";

"Antes de começar o trabalho de mudar o mundo, dê três voltas dentro de sua casa".

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Pensamento

A vida fica melhor depois que você "acorda" para ela e começa a viver todos os seus momentos, todos os seus instantes, o mais intensamente possível, mas sempre dentro dos seus limites.



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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A você

A você
que move meu lápis
e produz meu verso.

Ao meu lápis
que move meus sentimentos,
que tece meus versos,
meus poemas, meus instantes...

A você...


© copyright 2011 by J. A. F. Canoas

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Só pra você

Queria naufragar em rio perdidos na memória.
Queria tentar adormecer
anulando as palavras,
mergulhar nas distâncias e
caminhar nas ausências,
sem gestos, sem mãos,
sem lágrimas...
Porém você chegou de mansinho
como chegam as noites e as chuvas.
Como uma fotografia que respira...

E dos olhos apagados
no fundo de gestos derradeiros,
surgem palavras lindas,
em gritos silenciosos,
na fúria do momento
povoando a mente e tecendo
rimas de amor
só pra você...


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® direitos autorais Registrado no INPI - (Obras Literárias)

Você

Deixo correr meu lápis
nesta folha de papel...
Há tanto silêncio,
há tanto abandono
naquele mundo vazio
sem lar, sem teto, sem dono...

Eu me encontro no se passo
sem sentir sua distância,
perdido no seu abraço
envolvido em sua presença...

Você canta em minhas rimas
esquecidas de cantar
e reza nesta oração
que só você, mais ninguém,
ensinou-me a soletrar...

No meu sonho, no meu verso,
você caminha e me guia
como alguém guiasse um cego
que está cego de alegria,
cego de amor....

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Uma carta antiga

Hoje você criticou-me por ter "baixo-astral", criticou-me por ter envelhecido antes do tempo. Criticou-me por "estar entregando os pontos". Criticou minha pena por ela só falar de dores, solidão, tristeza e por não escrever nada alegre. É uma pena, sabe. Isso apenas mostra sua falta de sensibilidade e frieza... Isso mostra apenas que nunca viveu verdadeiramente. Como podemos falar sobre alegria, se ainda não sofremos? Se nunca sentimos tristeza? Ou como podemos falar do belo, se não conhecemos o lado feio? Como podemos falar da chuva, se não conhecemos a aridez? Não, não podemos falar nada.
Porém a um coração sensível, o que vale é o instante. Ao poeta , tudo é possível. Ao poeta tudo é permitido. O poeta fala de planícies, sendo que nunca viu uma. Fala de aves coloridas ou até de aves com asas de vidro.O poeta fala de amores imaginários. De amores que viveu apenas no momento em que escrevia, no momento que seu lápis indiscreto, sagrava o papel com suas dores e lamentações. Após, nem sabia o porque... O poeta fala de magia, navega em veleiros ou em náus antigas. O poeta, fala do espaço, do tempo, do infinito, das estrelas que caem, ou da lua no teto do seu quarto...
Falar de tristezas, mágoas, são apenas instantes que o poeta juntou nas mãos e jogou sobre o branco do papel. Falar de saudade é falar dos momentos que o poeta colecionou...
Escrever, é idealizar o momento e transformar atos em poesia. São fragmentos de si mesmo, é estar tocado de eternidade. É quando os dedos tocam na garganta do tempo. É quando tudo dorme dentro de nós. E quando então o poeta retorna sobre si mesmo, úmido de silencio, terá descoberto mais um poema.
É uma pena que você nunca sentiu o perfume das cores, nem namorou a alegria latente das horas graves por onde passa a vida.
É uma pena que você nunca viu os peixes multicoloridos no mar dentro de uma única lágrima. É uma pena que você nunca ouviu a voz do vento tecendo a vida e brincando no topo as árvores...
É uma pena porque o tempo foge levando amizade, amor e corre trazendo a saudade...
É uma pena que você... Ora, deixa pra lá...
É uma pena!...


© copyright 2011 by J. A. F. Canoas

® direitos autorais Registrado no INPI - (Obras Literárias)

Direitos autorais...

Todas as minhas crônicas, poesias e "escritos", antes de serem publicadas aqui, são registradas e catalogadas pelo CIP (Dados internacionais de Catalogação na Publicação) pela Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil. Mantendo assim os Direitos Autorais.




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